Alunos – Marcus Pessanha





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Pentatônicas:

Penta m7 Penta m6 Penta M7




Tópicos de Estudo (Conteúdo Fundamental)

 





Aula do dia 10/04/2016





Aula do dia 20/03/2016





Aula do dia 05/03/2016





Aula do dia 24/02/2016





Aula do dia 03/02/2016





Aula do dia 21/12/2015





Aula do dia 25/11/2015





Aula do dia 09/11/2015





Aula do dia 05/10/2015 – Introdução de Boom Boom (John Lee Hooker)




Casa da Luz Vermelha – Celso Blues Boy:



Solo 1 e Base 1








1 – Licks na base no estilo do Steve Ray Vaughan – Umas das principais características do guitarrista SRV é o uso de licks rítmicos como enchimentos da base. Nesse video eu apresento 5 maneiras de criar licks dessa categoria usando a pentatônica m7 e as combinações com as pentatônicas m6, M7 e Blue Note.



Blues em A

 





Pergunta e resposta sobre o acorde de E7: Usando a pentatônica de Em7 em todo o comprimento do braço + Blue Note + Terça Maior (Penta M7) + Sexta Maior (Penta m6), tente reproduzir em tempo real cada uma das frases tocadas por mim. Faça o exercício sem pausar o video, até o final.







Domínio da relação entre acorde X escala X arpejo:




Formato de Cm7





Modificando o formato do tétrade de Cm7 para C7 e C7M:






Aula 21 – Dia 18/03/2015


Blues Maior de 12 compassos…

Formulas do Blues - Blues de 12 compassos maior



Blues Menor de 12 compassos…



Blues de 8 compassos…



Blues de 10 compassos…



Blues de 16 compassos…





Aula 21 – Dia 11/03/2015






Aula 20 – Dia 25/02/2015


Notas Alvo: São notas que pertencem ao acorde e passam sensação de estabilidade quando apoiadas durante a improvisação. Quando existe a mudança de acorde, é através das notas alvo que conseguimos justificar e enfatizar o movimento harmônico.



Exercício: Improvisar sobre os backing tracks colocando notas alvo na mudança de acorde.








Ampliação do Vocabulário: Faça a assimilação dos licks abaixo e depois tente usá-los sobre os backing tracks. Identifique em que contexto cada lick funciona melhor, da passagem do acorde de A7 para D7 ou vice-versa.




Aula 19 – Dia 21/01/2015




Aula 18 – Dia 14/01/2015




Aula 17 – Dia 07/01/2015

 


 




Aula 16 – Dia 17/12/2014


Aula 15 – Dia 20/11/2014


Aula 14 – Dia 06/11/2014

Vínculos Melódicos:


 


 


 



Repetição: Toque a mesma frase mantendo todas as suas características como as notas, pausas, rítmo, articulação e interpretação.

Variações – É possível alterar algumas das características acima na execução da repetição, como tocar a mesma frase com uma dinâmica mais baixa, tocá-la mais lenta ou trocar a articulação.


Repetição com modificação do final: Troque algumas notas do final da frase. Não é necessário manter o mesmo número de notas, nem o rítmo ou a articulação.

Variações – Mantenha o rítmo e mude apenas as notas. Ou mantenha as notas e modifique o rítmo.


Repetição com modificação do início: Troque algumas notas do início da frase.


Repetição com ampliação do final: A cada repetição da frase acrescente uma ou mais notas no seu final.

Variações – Use o início da frase novamente no final.


Repetição com ampliação do início: A cada repetição da frase acrescente uma ou mais notas no seu início.


Repetição com redução do final: A cada repetição da frase corte uma ou mais notas do seu final.


Repetição com redução do início: A cada repetição da frase corte uma ou mais notas do seu início.


Inversão da melodia e do rítmo: Toque a frase de trás para frente invertendo a posição das notas mas mantendo o rítmo de cada uma delas, assim o rítmo também soará invertido. A articulação é mantida – um bend que sobe quando é invertido desce por exemplo.


Inversão da melodia mantendo o rítmo: Inverta tudo mas mantenha o rítmo da frase original.


Repetição com alteração do rítmo: A cada vez que tocar a frase execute-a com um rítmo diferente.


Mantendo uma célula rítmica: Toque uma frase ou mesmo uma série de frases usando apenas uma célula rítmica. Esse rítmo pode abranger um ou mais tempos da pulsação, mas é interessante que apareça ao menos 3 vezes para evidenciar o vínculo.


Transposição inside: Repita uma idéia melódica em outras posições da escala, começando em outros graus. A relação de tons entre as notas da melodia será determinada pela escala utilizada.


Transposição outside: Repita uma idéia melódica deslocando-a ao longo do braço da guitarra de forma simétrica, a cada meio tom, 1 tom ou variações. É interessante terminar numa frase ou nota que esteja dentro do tom da música


Pergunta X Resposta: Crie um balanço entre tensão e relaxamento.


Contraponto: Use os vínculos anteriores na construção de frases com 2 ou mais vozes.


Patterns: São os clichês melódicos usados como padrões para o deslocamento melódico.


Aula 13 – Dia 16/10/2014


Aula 12 – Dia 25/09/2014


Técnicas:


Sobreposição de bends – Faça um bend de 1 tom na segunda corda. Quando levantar a corda também coloque a terceira corda debaixo do dedo. Depois palhete a terceira corda que soará um bend de meio tom. Ao descer o dedo os dois bends também descem.


Bend e vibrato estilo bottleneck (slide) – Execute um bend com vibrato e vá descendo o bend de forma linear, mantendo o vibrato.


Sobreposição de cordas – Coloque a segunda corda por cima da primeira corda até que estejam juntas como uma única corda. Palhete as duas cordas juntas e também separadas.


Vínculos Melódicos


Repeticão – A primeira forma de criar vínculos entre os motivos do tema é através da repetição plena do que foi tocado, mantendo as notas, rítmo, articulação e interpretação – uma cópia exata. Ter a consciência de cada frase, cada idéia exposta, é essencial para a visualização do todo, é a única forma de conseguir desenvolver a melodia vinculada. A estruturação do solo somente é possível quando temos o controle de cada momento da improvisação.



Atividade: Coloque um backing track, improvise pequenas idéias com 3 ou 4 notas e repita a frase sem perder a pulsação.


Inversão da Melodia – Consiste em repetir a frase improvisada de trás para frente. Um bend que sobe, ao contrário é um bend que desce. Mantenha cada uma das articulações como slides, ligados e vibratos. O rítmo usado em cada nota deve ser mantido na inversão.



Atividade: Toda idéia improvisada deverá ser repetida de forma invertida. Procure iniciar a repetição na mesma posição rítmica da frase original.


Aula 11 – Dia 03/09/2014


Hit the Road Jack – Ray Charles




Improvisação: Use a escala pentatônica de Am7.



Aula 10 – Dia 27/08/2014


Exercício para desenvolver o deslocamento diagonal com saltos de cordas em oitavas:



Solo de penta m6 (aula 7)Lick 3: seja detalhista na execução dos bends. O primeiro deverá ter uma ataque e subida lentos, o segundo deverá ser apenas “release”. Procure visualizar a frase dentro do desenho 1 da pentatônica de Gm6.


Estudo de tríades:


Leia o texto “Montagem de Acordes (Tríades)”.

Observe no desenho abaixo as diferentes posições do arpejo de D:

Estude cada um deles em separado:

 


Aula 09 – Dia 20/08/2014


Muddy Waters – Hoochie Coochie Man



Riff 1 – Guitarra 1



Riff 1 – Guitarra 2



Riff 2 – Variações sobre o acorde de D7



Riff 2 – Acorde de D7 X arpejo de D7



Riff 1 – Variação usando outros patterns de blues

 


 

Aula 08 – Dia 13/08/2014


Riffs de Blues:


Riff em A



Riff para Blues Lento



Riff com Acordes



Riff com Penta m6


Turnarounds:


Turnaround 1



Turnaround 2



Turnaround 3


Atividade para a semana: Escolha uma música para estudarmos em aula.


 

Aula 07 – Dia 06/08/2014


Licks com bend:


 



Atividade – Pratique o primeiro lick do solo abaixo:

 



Backing Track:


 

Aula 06 – Dia 30/07/2014


Riffs | Licks | Turnarounds:


Riff em A


Riff construído com rítmo funkeado de blues.


Faça a transposição do riff para o acorde de Ré das maneiras abaixo:




Improvisando:



Bends:




 

Aula 05 – Dia 23/07/2014


Ampliação do vocabulário Blues:


Turnaround



Riff



Licks


Lick 1



Lick 2



Lick 3



Lick 4



 

Aula 04 – Dia 16/07/2014


Shuffle: é o rítmo mais comum do blues clássico (ou mesmo do jazz) onde cada pulsação é dividida em 3 partes (tercina) e tocamos apenas a primeira e terceira notas.

Tercina1 2 3  1 2 3  1 2 3  1 2 3 |

Shuffle1 _ 3 1 _ 3 1 _ 3 1 _ 3 |


Riffs de Blues: São as formas estilizadas para a execução de cada um dos acordes do blues. Nos riffs geralmente tocamos as notas que fazem parte da formação do acorde de forma sequencial. Também é comum o uso de notas que fazem parte das escalas pentatônicas como passagem.


RIFF 1


 

Material complementar:


Fórmulas de Blues Maior…

Fast Change – é referente aos primeiros 4 compassos onde trocamos de acorde já no segundo compasso (mudança rápida). Difere do Blues Slow Change que leva 4 compassos completos antes de mudar de acorde.


A7 | D7 | A7 | % || D7 | % | A7 | % || E7 | D7 | A7 | E7

A7 | % | % | % || D7 | % | A7 | % || E7 | D7 | A7 | E7


Elaboração dos 4 compassos do meio com a inclusão do acorde diminuto e dominante:


D7 | D#o | A7 | B7


Formatos do acorde diminuto – clique para ampliar:




Elaboração do turnaround:


E7 | D7 | A7 F#7 | B7 E7


Como existem 2 acordes por compasso nos dois últimos compassos, cada acorde deverá ser tocado por 2 tempos.



Fórmula incluindo todos os elementos:

Blues em A Maior com 12 compassos, fast change, com diminutos e dominantes de preparação.

A7 | D7 | A7 | % || D7 | D#o | A7 | B7 || E7 | D7 | A7 F#7 | B7 E7




LICKS:

Lick 1

Lick 2

Lick 3

Lick 4

Lick 5


 

Aula 03 – Dia 25/06/2014


Articulações: Explore as diferentes maneiras de tocar uma mesma nota com as seguintes técnicas…



Bend de 1/4 de tom – Faça primeiro a nota soar em baixo, então subitamente levante a nota em torno de 1/4 de tom e pare o som.




Licks:

Lick 1 – Procure “sujar” um pouco do som mantendo as notas soando com o dedo indicador.




Lick 2 – Cuidado com a afinação dos bends.




Atividade para a semana:

  1. Faça a base do blues intercalando os arpejos com os acordes.
  2. Explore as diferentes articulações.
  3. Estude os licks acima.
  4. Estude os bends de 1/4 de tom.



 

Aula 02 – Dia 18/06/2014


Blues – Apreciação musical: Escute o maior número possível de gravações de Blues, desde os primeiros registros em torno de 1910 até o blues moderno. Tente entender de que forma a música é estruturada, interpretada e improvisada.


Acesse esse post no Facebook – “A História do Blues através das suas gravações”. Lembre de ler os comentários desde os primeiros.

Acesse essa página do meu site – “A História do Blues – Gravações”.


Listagem das gravações:



BLUES


Conceito: Surge de forma improvisada sobre uma estrutura harmônica definida. A melodia constrasta com a simplicidade da base e permite bastante liberdade com o uso da mistura entre as pentatônicas e a adição da blue note.


Fórmula básica do blues maior – 12 compassos – slow change:


A7 | % | % | % || D7 | % | A7 | % || E7 | D7 | A7 | E7


Slow change – pois leva 4 compassos para mudar de acorde.

Turnaround – são os últimos 4 compassos da sequência.




Treinar sobre esse backing track – tanto a base como improvisando usando as pentas em A (casa 5):




Frase para o turnaround:




 

Aula 01 – Dia 11/06/2014

Objetivo traçado na primeira aula: desenvolvimento da técnica e aprimoramento da desenvoltura no instrumento.

Foco inicial: Blues – fraseado, técnica, improvisação.

Texto sobre o estudo de música – clique aqui.

Programa de estudo – clique aqui.

Postura…

Posicionamento da guitarra

Palheta

Mão esquerda


Dicas para aprimorar a montagem de acordes e a transição entre os diferentes tipos:


Dica 1 – Procure posicionar cada dedo de cada vez, observando se a posição e a postura estão corretas, mas sem exercer força. Só pressione assim que todos os dedos estiverem posicionados com a postura equilibrada e relaxada.

Dica 2 – Limite o uso da força. Para fazer a nota soar não é necessário o uso excessivo de energia. Quando isso ocorre normalmente estamos tentando compensar o erro de postura com excesso de força. Procure montar o acorde da melhor forma possível, evitando encostar em mais de uma corda, tocando com a ponta dos dedos.

Dica 3 – Na passagem de um acorde para outro verifique quais dedos permanecem no mesmo lugar, só mova os dedos necessários. Observe na mudança abaixo:

Ao mudar do acorde de Dó Maior (C) para o acorde de Lá Menor (Am) apenas um dedo se move, o dedo 3 (anular). Mantenha os outros dedos nas mesmas posições.

Exemplo 2:

Na mudança do acorde de Ré Menor (Dm) para o de Sol Maior (G) um dos dedos permanece (dedo 3 em vermelho). As vezes isso é difícil de visualizar, por isso procure verificar a movimentação de cada dedo separadamente.

Dica 4 – Preparação. No exemplo anterior vimos a mudança do acorde de Dm para o de G. No primeiro acorde não usamos o dedo 4, mas esse deverá ser posicionado proximo a primeira corda, casa 3, pois será usado no segundo acorde, o acorde de G. Esse tipo de antecipação na movimentação chamamos de preparação.

Dica 5 – Dedo guia. Observe a mudança entre os dois acordes abaixo:

Apesar do dedo 3 se mover ele permanece na mesma corda, então é interessante durante a movimentação continuar “sentindo” a corda como forma de manter a referência. Esse tipo de movimento chamamos de dedo guia.

Dica 6 – Quando o mesmo tipo de agrupamento de dedos ocorre no acorde seguinte, o que facilita a movimentação é o apoio de um dedo no outro (mantê-los encostados). Observe:

No acorde de Mi Menor (Em) usamos os dedos 1 e 2. Como forma de ganhar “força” podemos encostar um dedo no outro e manter esse apoio enquanto mudamos para o acorde seguinte.

Dica 7 – Uma boa forma de aprender a dosar a quantidade correta de força exercida na execução de uma acorde é eliminar toda a tensão até o ponto em que você apenas sinta as cordas, sem pressionar. Depois procure tocar a mão direita e pressionar os dedos da mão esquerda simultaneamente, buscando achar um ponto de equilíbrio onde a força exercida é apenas suficiente para fazer o acorde soar, nada além disso.

Dica 8 – A montagem dinâmica de um acorde exige que você conheça o seu formato de imediato, de cabeça. Uma boa forma de praticar isso é montar o acorde, depois levantar a mão esquerda sem movimentar os dedos, mantendo o formato do acorde. A cada tentativa procure afastar ainda mais a mão e assim que colocá-la de volta no braço do instrumento articule a mão direita.

Dica 9 – É normal quando estamos aprendendo os primeiros acordes colocarmos cada dedo de uma vez. Como tocamos a mão direita na maioria das vezes de cima para baixo procure montar os acordes da mesma forma, colocando primeiro os dedos das cordas graves em direção as agudas, da sexta (mais grossa), para a primeira (mais fina).

Dica 10 – Você não precisa obedecer a risca os dedos sugeridos pela cifra pois cada música é diferente, então a troca vai depender do acorde seguinte. Use os dedos que achar mais convenientes, observe:

Se o acorde de Mi Menor (Em) fosse feito com os dedos 2 e 3 a troca para o acorde de Lá Menor (Am) seria mais dinâmica e fácil.

Dica 11 – Nos acordes com pestana procure posicionar todos os dedos primeiro e apenas colocar a pestana no final da montagem. Dessa forma fica mais fácil colocar os dedos de forma correta e ainda forçamos a pestana a entrar de frente, sem virar a mão.


Atividade para a semana:


Exercício para condicionar a postura da mão esquerda – faça mantendo cada um dos dedos pressionados no braço da guitarra:

Exercício para o aprimoramento do deslocamento – procure mover a mão em velocidade constante sem abrí-la de forma desnecessária:





Marcus, se você tiver alguma pergunta durante a semana faça nessa sessão de comentários abaixo. Se for usar os comentários do Facebook lembre de tirar a seleção de publicação. Bons estudos!


Olá Marcus, agora a parte de comentários está independente do Facebook. Se tiver alguma pergunta basta fazê-la aqui. De qualquer maneira vou manter ativa a sessão antiga e você também pode perguntar por lá. Abração!

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